A lavadeira

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A Formatura. Parte 1


Tchurma...
Hoje vou começar a contar a SAGA da formatura em medicina na UFMG do meu cunhado, Nikolas.
Pra começar, vamos apresentando as pissôuas e agradecendo ao Digão (segue aí: @digaodigs) por esse vídeo lindo que ele fez pro Nik. Chorei litrooooos!
Depois às meninas da Art Blue, que ralaram comigo tipo um mês pra deixar meu vestido do jeito que eu queria pro baile. Às meninas da Jorge Bischoff, que correram atrás do meu sapatinho de cristal no Brasil todo porque não tinha meu número em Belo Horizonte. Às fooooofas da Accessorize do BH Shopping por virarem a loja de cabeça pra baixo pra acharem os acessórios perfeitos pro meu cabelo, pescoço e pulsos! E, por fim, mas NUNCA, JAMAIS, EM TEMPO ALGUM menos importantes, aos meus DI-VOS do Marcus Martinelli Equipe (Dinei, Adelson, Marcos Roberto e André - UNIDADE LOURDES) que me pentearam e maquiaram Oscar Style pra pisar FA-BU-LO-SA no black carpet da família chique, rycah e phyna do namorado! (Juro que eu vi Jornal Nacional, novela, Zorra Total e Super Cine no cinema durante o processo produtivo da minha pessoa...)
Por fim, nossa turma (e me perdoem se eu esquecer alguém): a Liga Das Cunhadas Unidas (eu, Danuza e Talita), os Irmãos Metralha (Cornelis, Loui e Henri), Breno (segue aí: @brenissimo), Digão, Mari (segue aí: @marivds), Lets, Phil, Fritz, Vinícius, Zé (e Zezinho. Ahahahahaha...), Marcelão, Família Flores (Cacá, Tom e Paulista), Rafa Freire, Botelho, Renata Prima, Lud Prima, Fernanda Prima (que a gente já nem sabe se são amigas ou se são família! Rss...)...
Beijos...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Vídeo no varal #1



All My Loving

The Beatles

Close your eyes and I'll kiss you
Tomorrow I'll miss you
Remember I'll always be true
And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you

I'll pretend that I'm kissing
The lips I am missing
And hope that my dreams will come true
And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you

All my loving I will send to you
All my loving, darling, I'll be true
Close your eyes and I'll kiss you
Tomorrow I'll miss you
Remember I'll always be true

And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you
All my loving I will send to you
All my loving, darling, I'll be true

All my loving, All my loving
All my loving I will send to you

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Festa de aniversariantes

A Microcity (segue aí, galera @MicrocityIT) é a empresa mais festeira que eu conheço no universo. E só ela mesmo pra fazer festinhas sensacionais pra tirar a gente do marasmo!
Essas fotos são da esbórnia da festa de aniversariantes do primeiro semestre da empresa.
Amostrinha do meu ruivo invernal...
Beijo!


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Splitscreen

Acho que o sonho de 10 entre 10 românticas é achar o amor da vida assim, na esquina, no meio do nada, né?
Muito romance...


terça-feira, 7 de junho de 2011

Me preparando para ir...

Tudo bem. Já estou preparada para a despedida. Minha alma já foi embora de canudinho outras vezes. Aliás, será que eu ainda tenho alma?
Já chorei outras vezes, já doeu outras vezes, já achei que fosse morrer outras vezes. Já não liguei querendo muito ligar outras vezes.
Mas tô aqui. Viva. De novo. Como diria Marisa "vai chover quando o Sol descansar para que flores não faltem." É só dormir que amanhece de novo.
O mundo dá voltas mesmo e às vezes parece que a gente pára ou passa pelas mesmas estações. Só as pessoas nos vagões é que mudam...
Já tive esperanças e sofri com essa música uma vez. Agora ela vem fazer sentido de novo mais de um ano depois. Só que dessa vez não dói tanto mais.

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe


E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti


Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti


E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti


Escutando a música, espero seu nome aparecer no visor do meu celular. Mesmo sabendo que não vai aparecer. Não digo nunca mais, mas arrisco um nem tão cedo. E quando a vontade irrefreável de ligar me ataca... Bem, ela já não é mais tão irrefreável assim. Acho que isso é obra da maturidade. Mas a gente também pode chamar de calos, auto-estima, dignidade ou qualquer outro adjetivo que se aplique ao momento onde a gente já não se permite mais ser feita de capacho.
Não sei o que fazer com o status do Facebook, com as fotos naqueles álbuns, com a foto na minha mesa.
Se eu não tivesse feito tudo errado no começo, talvez teria dado tudo certo. Ou talvez não teria dado em nada e eu não teria vivido nada disso.
Não, não vejo mais beleza no drama, no sofrer. Não espero mais um pedido de casamento no closet de uma cobertura na Quinta Avenida, coroado por um Manolo Blahnik.
Não quero todo mundo me perguntando o que aconteceu, dar explicações, etc. Eu poderia dormir e acordar daqui a um mês, quando meu novo status já não seria novidade pra ninguém, quando seus amigos me esquecessem e eu esquecesse que conheci e gostei de muitos deles um dia.
Mas isso não é possível. Então a gente vai dando tempo ao tempo e sofrendo devagar pro impacto ser menor. Não há urgência em tirar você do meu coração, não há ninguém que possa, queira ou deva ocupá-lo por enquanto.
Uma vez pedi pra Deus tirar dos meus olhos a graça e a vontade de ver se realizando comigo aquelas cenas que vejo nos blogs de casamento que leio. Pra que eu não me frustrasse. Isso, claro, se não fosse pra ser você. E ele tirou. Não me vejo mais naquelas cenas por mais que adore um romance. Mas não acho que seja pra mim, não me vejo passando por isso. Pela simples e boa razão de me sentir magoada pensando que eu sou a única pessoa que quer isso. Por sentir que o noivo está sendo arrastado pro circo sem a menor vontade. Sei lá. Eu sei que não é assim. Que tem muito noivo por aí emocionado com o casamento. Mas não acho que eu vá ser abençoada com um espécime deste. Eu achei que fosse você. Assim como eu achei que fossem todos os outros. E no fim das contas, apesar de eu ter dado a raça por todos, não foi nenhum deles. E nem você.
Então aproveito a sua ausência neste momento pra fazer minhas malas com calma antes de sair da sua vida e voltar só pra minha. Pra não esquecer nada pra trás. Pra não ter pretexo pra tentar te olhar pela última vez pela fresta da porta. Pra que você possa trocar a fechadura. E eu jogar a chave fora.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Kite. De novo.

Oi...
Depois de mais de dois meses e uma tentativa de exclusão, encontrei no meio dos meus guardados aquela música do U2 que você gravou ao violão e mandou pra mim.
Te vi essa semana. Na hora meu coração não saiu pela boca. Sequer bateu mais forte. Você me pareceu triste, velho até com aquela cordinha de segurar óculos. Não me abalou. Na hora.
Confesso que durante o dia pensei em você várias vezes. Saindo da FIAT, com o vento batendo na minha cara, lembrei com carinho das nossas memórias, mas me veio também o gosto amargo de todas as mentiras e traições.
Agora pensei em te ligar. Te chamar pra almoçar. Saber da sua vida, de como estão os meninos, os planos para a carreira. Eu te amei muito pra você simplesmente insignificar na minha vida. Não vou fazê-lo por respeito à pessoa que está ao meu lado agora. Que me ama e me respeita, que me aceita como eu sou do alto da pouca maturidade dos meus 26 anos e da minha necessidade de gritar minha vida pro mundo numa tentativa desesperada de tirar alguns pesos meus de mim mesma.
Aí eu escuto a música pra ouvir sua voz. Pra ouvir o pedaço que foi bom nesses dois últimos anos. Você canta que sabe que isso não é o fim. Mas a gente sabe que é. Que foi.
Um beijo pra você, tudo de bom.
P.S. Tira o óculos. O céu ainda é azul e, quando anoitece, cheio de estrelas. 

Caiu uma flor no último copo d'água que acompanhou a última champagne.

“I want you to know that you don’t need me anymore.
I want you to know you don’t anyone, anything at all
Who’s to say where the wind will take you
Who’s to know what it is will break you
I don’t know wich way the wind will blow
Who’s to know when the time will come around
Don’t wanna see you cry.”