A lavadeira

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Esmalte Chanel 179 Gold Shimmer

BOM DIA, POVO!!!

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Então... No dia do casamento mais esperado do MEU ano (segue a noiva aí! @Ligia_Lolli) fui me arrumar, como sempre, lá no Marcus Martinelli Equipe (já canseeei de falar dele aqui!). E uma das coisas que mais me deixa entre a cruz e a caldeirinha é sempre que cor de esmalte usar. Eu adoro esmalte escuro – ainda mais porque sou TRANSPARENTE, então o contraste sempre fica muito legal  – mas o namorado, assim como a maioria dos homens, prefere o clássico clarinho... Então tive que me virar entre a obviedade e a subversão (hihihi... to amando essa palavra!).
Meu vestido era meio rosa, meio nude, um treco bem furta cor com reflexos dourados, de tafetá em camadas (o mesmo que usei nesse post aqui). E como eu era madrinha, cada detalhe foi super importante.
Daí escolhi o Chanel 179 Gold Shimmer.
Confesso: nunca tinha usado um Chanel antes! Fiquei impressionada! Se não fossem as minhas unhas de papel e o crescimento natural delas, estava com a mesma mão do dia do casamento até hoje! O negócio não sai! (Sim, porque tem umas marcas importadas por aí que custam o olho da cara e o esmalte é uma porcaria! Sai em dois dias!)
Chanel 179 Gold Shimmer na minha mão transparente!
Vidrinho sensação. Preço: R$ 92,00 na Sack's.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Adcos Bloqueador Solar Tonalizante Gel Creme Facial FPS 40

POVO!!!

Depois de uma sessão lamúria de ontem, cá estou eu pra falar de beauté novamente!
Eu tenho uma mania séria de querer acabar com as coisas lá de casa. Por um simples motivo: poder comprar coisas novas sem culpa! Ahahahaha... Então uso tudo sem parcimônia, o que, invariavelmente, traz benefícios para mim! Cremes, maquiagens, shampoos, hidratantes, paste de dente, perfume... Quero usar tudoaomesmotempoagora só pra poder ficar com a sensação de missão cumprida e jogar com gosto as embalagens vazias no lixo. (Então vocês podem imaginar o tamanho do meu ódio quando a minha mãe coloca água no sabonete líquido pra poder “aproveitar o restinho”, né?)
Bem... Lembro que ano passado, quando eu vi pela primeira vez o tal do protetor solar tonalizante, achei o máximo, mas o preço do produto em questão (Spectraban, não tem problema falar) era bem alto. (Com o dinheiro de um frasco do produto eu comprava um pacote com 62 fraldas pro meu filho. É assim: moeda de mãe é fralda e lata de leite.) Daí pedi pra minha tia de Natal, já que ela queria dar só lembrancinhas pra moçada (é a crise), mas ela já tinha comprado a minha, então acabou que fiquei a ver navios...
E eu sempre tive uma crise existencial com o trio protetor solar + hidratante + base na hora de maquiar. A impressão é que a mulherada fazia um reboco na fuça e o resultado no final do dia, ainda mais para peles oleosas como a minha, é uma bela de uma espinha!
Bem, um dia desses, tomando banho e espiando o banheiro, eis que me deparo com uma bisnaguinha da Adcos que dizia: PROTETOR SOLAR TONALIZANTE HIDRATANTE FATOR 40!
Quase caí pra trás! Como é que aquilo tinha ido parar ali e como é que eu não tinha visto?! Obra de mãe e irmã consumistas, com certeza!
No dia seguinte resolvi experimentar. E não é que a cor era exatamente a cor da minha pele?! ADOREI! E, lógico, afanei o produto.
Seguinte: a textura não é das mais fluidas. É bem pesada, aliás, e densa. Para aplicar e ele espalhar bem e ficar fininho, adotei o truque de passar com a pele um pouco úmida, logo depois do banho. Funcionou!
A cobertura da pele também ficou bem boa! Comparável à da base da Natura Faces – que é a que eu mais uso e acho ótima! Não me deixa com cara de massa corrida.
E o grande lance é que ele não é comedogênico, ou seja, não obstrui os poros. Zero espinhas pra mim. E ontem, para reforçar a sensação de hidratação que eu já tinha reparado ser bem boa, o namorado falou que a pele estava bem macia!
Encontrei, enfim, meu 3 em 1 do coração!
Gente, desculpa se a resolução não estiver muito boa, mas não teve como fazer uma captura de imagem direto do site...


Sobre a Adcos:

A Adcos é uma empresa focada no desenvolvimento de cosméticos de tratamentos na área de estética, dermatologia e fisioterapia. Há dezessete anos comprometida com a excelência empresarial e com a qualidade de vida, sua missão é incentivar e desenvolver a pesquisa em parceria com a comunidade científica, de modo a obter produtos e serviços inovadores, seguros e eficazes.

O conceito Adcos de Tratamento visa um atendimento integral, com protocolos personalizados para os profissionais e produtos para manutenção do tratamento para os clientes. Dispõe de uma equipe técnica composta por farmacêuticos e químicos especializados em cosmetologia e dermofarmácia com trabalhos premiados no Brasil e exterior. Conta ainda com uma equipe de gestão com profissionais altamente qualificados com vasta experiência no segmento. Suas linhas de produção e armazenagem têm capacidade para dois milhões de unidades por ano e a fábrica está preparada para crescer de forma sustentável. 

Os produtos Adcos são formulados com princípios ativos inovadores, em sintonia com o avanço do mercado global, dentro dos processos tecnológicos internacionais. Uma empresa brasileira com qualidade equiparada aos laboratórios mais sérios e respeitados do mercado mundial. 

Além de atuar em todo o território nacional com mais de 200 pontos de venda, a Adcos também possui distribuição em Portugal.



Adcos em Minas Gerais:

ADCOS BH | BH SHOPPING
Endereço: BR 356, 3.049, Piso Mariana, Lj 57 - Belvedere - CEP: 30320-900
Belo Horizonte - MG
TEL: (31) 3286.2470
E-MAIL: adcosbhshopping@yahoo.com.br
 
ADCOS BH | LOURDES
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Belo Horizonte - MG
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ADCOS BH | SAVASSI
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ADCOS BH | SHOPPING DEL REY
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Belo Horizonte - MG
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ADCOS JUIZ DE FORA
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

The unforgiven

Perdi o tesão. Perdi a vontade. O sonho morreu. Não vejo mais objetivo, função. Já acho que é tudo brega demais. Gasta-se dinheiro demais. Virou um show, um circo e a palhaça, pra variar, sou eu. Antes eu sabia direitinho como eu queria tudo. Imaginei o cenário, as músicas, o beijo, as velas, os aplausos, o brinde, a alegria. Hoje eu só imagino o teatro. Eu tinha idéia do vestido, do véu. Hoje já acho vestido bolo muita coisa e vestido lânguido muito simples. Véu ficou hipócrito, branco ficou utópico e ao mesmo tempo não ter nada disso é feio. Não estou indecisa sobre o que gostar ou não porque não tenho O QUE decidir.
Lá vou eu ser mais uma Cantoni a colecionar o desgosto de ter que enterrar um desejo, uma vontade. E eu sei que já falei que desisti disso um milhão de vezes, mas era tudo da boca pra fora, já que da tela pra cá eu continuava vendo e me colocando dentro de cada uma daquelas festas que eu via nos blogs, daqueles vestidos, indo ao encontro de um noivo que estaria às lágrimas de alegria de me ver pronta para ser a mulher dele. Tc. oram tantas flores jogadas ao longo de um caminho que eu esperava ver florido e não foi nada além de pisado – tal como o coração – que hoje tudo me incomoda. Dá preguiça de ver, preguiça de ler. Tô tendo tanto trabalho com a pá de cal e com a vida real que esses contos de fada deixaram de permear meu cada vez mais consciente inconsciente. alvez minha mãe esteja certa. Amarga demais.

The Unforgiven by Mettalica on Grooveshark

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Louca de ciúme

O melhor de tudo não foi tão somente rasgar os papéis. O melhor de tudo foi rasgar todas as contas que foram enviadas para um endereço que não era o nosso. Não era sequer dos seus pais ou da sua avó. Triturar todo o resto de lembrança daquilo que você um dia chamou de “lar” ou “nossa casa”. Todas as faturas de cartões de crédito que não compraram presente pra mim ou pra nós. Mandar embora toda a sua poeira, reduzir a lixo o documento daquele carro onde você não andou sozinho, que não continha a nossa história de uma noite muito louca. Sabe-se lá quantas outras noites e em que companhias muito loucas você passou naquele carro.
Doar, jogar fora, mandar pro lixo para todo o sempre amém blusas que você não usou pra me abraçar, que nunca viram meu cheiro, sapatos que não trouxeram você pra mim antes que tudo isso acontecesse.
Ver você mandar embora sem volta cartões inúteis de namoradinhas da quinta série, fotos suas abraçadas a uma outra qualquer na sua formatura de terceiro ano, bilhetinhos tolos azuis com algum garrancho, em cujo campo de destinatário alguma tola tenha escrito “Felipe, meu amor”.
Também torci em silêncio para que seu computador precisasse ser formatado sem back up, pra que você perdesse fotos escondidas em algum lugar daquele maldito HD e a playlist “Segundas intenções” fosse mandada pro inferno – onde, aliás, se encontram as boas intenções.
Como bem disse uma amiga minha de colégio no encontro de sábado: sou avessa a fotos. Os melhores clicks estão na minha memória, não preciso de um papel pra me lembrar.
Quer dizer, eu preciso. Das nossas fotos. Não das SUAS fotos onde eu não apareço nem sequer por trás da câmera.
Verdade. Mas bem mais ou menos.
Graças a Deus as lembranças vão ficando meio embaçadas com o passar do tempo e hoje confesso que tenho que fazer alguma força pra me lembrar de fisionomias de anos atrás. Acho que com todo mundo é assim e com você, meu amor com o cérebro do tamanho de uma azeitona, não seria diferente. Então às favas com as fotos!
Você me pediu que te ajudasse a empreender a tarefa de arrumar o guarda roupa. Acontece que ver seu passado passar por mim doeu mais do que eu imaginava. E eu imagino coisa pra caramba!
Ver que o que veio errado na sua mudança você nunca jogou fora, que lembranças insignificantes você nunca jogou fora, doeu demais. E você me comparar com a sua ex-mulher como num ato de heroísmo da minha parte ter conseguido arrancar um ranço de você foi um soco na boca do estômago!
O Fred foi meu primeiro namorado, sabia? Foram dele as cartas mais lindas que uma mulher, adolescente ou não, podia ter recebido na vida. E sabe o que eu fiz com elas? Joguei fora. Joguei fora os cartões mais apaixonados que recebi, as camisas que guardava de lembrança, várias fotos do que um dia fomos nós dois – e por “nós dois” defina-se eu e todo aquele que não foi você.
“Eu hoje joguei tanta coisa fora
Vi o meu passado passar por mim
Cartas e fotografias
Gente que foi embora
A casa fica bem melhor assim”
Eu te falei que às vezes a vida da gente não anda por causa do tanto de tralha que a gente vai guardando. Você riu e deu de ombros até encontrar, no meio da bagunça, um cartão que precisava há tempos para resolver um problema. Viu? A vida andou.
Não sei como você não conseguiu entender o meu desapego na hora de arrumar o meu armário... Se não usa há mais de um ano ou se não cabe mais, é lixo. Se não faz mais parte da minha vida, é lixo. Sou pequena demais pra ser museu. E nos meus 162cm de altura só cabem o presente – que, como diria Drummond, é tão grande – e a perspectiva de um futuro sensacional. Olhar pra trás é a mesma coisa que olhar nos olhos da Medusa: morte certa. Eu sei que o que sou hoje é fruto do passado, mas o que serei amanhã vai ser fruto de hoje. E não vou seguir arrastando correntes.
Tudo isso pra te dizer que eu fiquei com muita raiva de você ter tido uma vida antes de mim. Você devia ter me esperado eternamente, num monastério, num retiro budista na Índia, sei lá! Eu devia ter sido a primeira em tudo.
E não se atreva a dizer que o meu passado cresce a cada dia diante dos seus olhos te chamando pelo nome. Só eu sou passível de loucuras possessivas. Você não.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

M.A.C Wonder Woman

Depois de um longo e tenebroso inverno, eis que volto a me aventurar no mundo da moda e da beleza em busca de novas possibilidades para o horário extra 9 to 5...
E confesso que tenho comprado, ganhado e descoberto muita coisa bacana. Logo, com vista aos novos projetos que virão em 2012, nada melhor que exercitar a redação publicitária (ainda que nenhum dos próximos posts sejam piblieditoriais - YET) aqui no meu espacinho para que quando as novas portas se abrirem a escrita esteja devidamente afiada afim de agradar potenciais clientes e fornecedores.
Vamos começar com as minhas (boas) impressões sobre um gloss da M.A.C que ganhei de presente da minha tia.
Snob
Quando a gente fala em M.A.C tem-se a sensação de algo já batido, afinal, todo mundo junta uns trocados pra ter um Snob, um Ruby Woo ou um Russian Red na necessária. Me arrisco inclusive a dizer que, assim como o iPhone, virou uma coisa meio pop.
Há algum tempo eu experimentei sem muito sucesso um Snob (do salão) para uma ocasião especial e não fui das mais bem sucedidas. Não sei o que acontece com a minha pele, mas fato é que eu NUNCA consigo encontrar (e tento com MUITO esforço) um tom de batom que fuja ao trivial E fique bom em mim.
Com cor de cabelo é a mesmíssima coisa - tanto que minhas amigas dizem que sou uma metamorfose ambulante, já que fui loira, morena e hoje ostento a duras penas um ruivo em homenagem única e exclusiva a um namorado louco por ginger girls.
Fui madrinha do casamento de uma das minhas melhores amigas há duas semanas e o resultado da tentativa de me entregar a um batom vermelho foi desastroso! Tive que me render ao bom e velho tom de boca.
É muita boca pra muito batom. Não ornou!
Mas, como nem tudo nessa vida está perdido, na segunda-feira, minha tia me deu um gloss da coleção Wonder Woman M.A.C.
Quando olhei a caixinha claro que fiquei mega feliz. Quem não fica feliz de ganhar M.A.C nessa vida?! Mas ao abrir o tubinho e tirar o aplicador me assustei com o TAMANHO da esponjinha. É GIGA! Coisa de super-heroína mesmo! E o conteúdo era muito vermelho. "É para o Natal!" Respirei fundo e guardei o mimo decidida a experimentá-lo antes de julgar.

GIGA aplicador!
Dia seguinte, atrasada pro trabalho - como sempre - e eis que me arrisco a passar o gloss no trânsito, entre um sinal fechado e outro. DESASTRE!
O aplicador, lógico, por ser grande, traz uma enorme quantidade de líquido! Por pouco não fiquei feito uma palhaça. Tentei espalhar o máximo que pude, mas ainda sim ficou carregado, escorrendo e borrado porque é meio denso! CAOS! Mas pelo menos a cor não era tão forte quanto eu achava. 
Cheguei no trabalho e "lapidei" os borrões na boca. Ficou ok.
Tenho que dizer que durou bastante para um gloss e hidratou os lábios também - o que, para alguém que tem os lábios subsaarianos como os meus, é uma vitória! Evita as malditas pelinhas que se soltam depois que o gloss seca/acaba e que a gente fica com ganas de morder e arrancar.
Bem, ao longo do dia fiquei um pouco traumatizada com a experiência "glossorrágica" e não reapliquei depois do almoço.
Mas hoje tive um evento importante de um parceiro de vendas da empresa e resolvi usar o bendito de novo, só que aplicado de uma forma diferente: em vez de passar a esponjinha direto nos lábios, peguei o conteúdo da pontinha aos poucos com um pincel fino de batom e fui desenhando de pouco em pouco como se fosse um lápis. Isso exige sim um teco de habilidade, mas nada que uns dias de treino e doses de delicadeza não resolvam. Depois do desenho feito, caprichei um pouco mais na dose e fui preenchendo até ficar na cor que eu queria.
Ficou lindo! Pena não ter tirado foto para vocês verem. Não ficou translúcido como um gloss e nem seco como um batom matte, por exemplo!
Sensacional! Agora quero todos os glosses coloridos da M.A.C! Alô? Noel? Tem uma loja no Pátio e uma no BH, tá?!
**
Atualizando: fotos de hoje com o mega gloss!

Pouco preenchido

Bem preenchido

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Obrigada, Ian!


Oi, meu filho...
Ontem, depois de muito tempo você me viu chorar. Estávamos só nós dois em casa e eu não conseguia sair do chão.
Enquanto as lágrimas escorriam incessantemente pelo meu rosto, você veio e se sentou no meu colo, pegou a Bíblia e começou a folhear. Não fez bagunça, não me chamou, não falou nada. Só ficou ali, no meu colo, folheando a Bíblia.
Sabe, filho, às vezes as pessoas que a gente ama magoam a gente. Elas nos fazem sentir pequenas, diminuídas, humilhadas. Às vezes fazem isso sem querer, tentando nos dar uma lição, demonstrar algum amor. E no fim das contas a gente entende. Mas dói. Dói pra caramba. E a gente fica inerte, como se culpa de tudo o que não deu certo nessa vida fosse nossa, como se algumas escolhas pudessem ser feitas por nós. E, acredite, muitas vezes as situações em que vivemos são frutos das escolhas dos outros. Dos nossos pais, daqueles a quem chamamos de companheiros... E algumas dessas situações são recorrentes. A elas a gente fica imune, muito embora algum sintoma de tristeza pela impotência diante dela apareça de vez em quando.
Eu fui MUITO magoada ontem, meu filho. MUITO. Mas com o tempo aprendi que ser quem eu sou, estar na família em que eu estou, ter os amigos que tenho, trabalhar onde eu trabalho não são deméritos. Ninguém é perfeito. Por favor, aprenda isso. As pessoas podem te dar ou não o que você quer, seus objetivos podem ou não coincidir, elas podem estar ou não à sua altura, serem dignas da sua convivência, do seu amor, do seu afeto, da sua amizade. E se não forem dignas, simplesmente vá embora, filho. Não se relacione. Se o fardo deles for pesado demais, feio demais, fedorento demais para você agüentar, vá embora. Mas não julgue. Porque para muitos o seu fardo vai ser assim também.
Fardo é aquilo que a gente carrega ao longo da vida. São os nossos pais, nossas experiências, nossos traumas, nossos amores desfeitos, nossos defeitos. É o nosso pacote. Todo mundo tem um, Ian. Não se iluda quanto a isso. Mas você tem sempre a escolha de dividir ou não esse fardo. Aceitar ou não o fardo alheio. Como sua mãe, só me resta desejar profundamente e te instruir para que pegue o fardo mais ADEQUADO. O mais adequando não vai ser o mais leve, mas vai ser aquele que você vai carregar com AMOR. E quando eu falo de amor, filho, eu falo de um amor que é comparável a uma fala bíblica e outra que seu bisavô deve ter adaptado desta. A bíblia diz: que a tua mão esquerda não saiba o que faz a direita. E seu bisavô dizia: quando a gente dá alguma coisa pra alguém, a gente esquece.
Então, Ian, se você der alguma coisa pra alguém, não cobre. Não jogue na cara. Se perdoou, esqueça. Se ama, que seja de graça. Se quer alguém na sua vida, esteja na vida dela. Se quer que ela abrace os seus, abrace os dela. Mas faça isso COM AMOR, sabendo que “é necessário que se ature duas ou três larvas se quiseres conhecer as borboletas”.
Ontem você segurou meu fardo com amor, meu filho. Obrigada.
Na ternura e na ingenuidade dos seus dois anos você embalou meu sono com ternura, carinho e cuidados. Ontem, filho, quem cuidou de mim foi você. Quem aplacou minhas lágrimas com a roupinha foi você. Foi você quem me embalou nos braços e me fez dormir.
Te coloquei na cama, olhei nos seus olhos e dei boa noite. Você, antes de virar pro lado, falou “te amo mãe”. Respondi que também te amo, meu filho.
Você se virou de costas pra mim. Mas antes de adormecer, voltou e me pediu “vem cá, mãe”. Puxou minha cabeça de encontro à sua, encostamos os narizes como em beijo de esquimó. Você pegou meu braço e me fez te envolver todinho no meu abraço, ainda com a testa colada. Se mexeu, se ajeitou e colocou a mãozinha em volta do meu pescoço. Começou a fazer carinho. Depois se virou de costas de novo, mas não largou meu braço. Me fez te abraçar de conchinha e fez carinho até dormir.
Meu coração lacerado, pequeno, humilhado ficou grande de amor. Cheio, inchado. Porque eu coloquei o melhor menino do universo na Terra. Deus me deu um anjo pra cuidar. “Um anjo do céu que me escolheu.” E eu chorei baixinho, filho, mas dessa vez de alegria. De alegria de ter você e saber que nós dois juntos vamos sempre de mãos dadas e que não importa o que aconteça, nós sempre vamos ter para quem voltar: um pro outro.
Te amo, Ian! Obrigada.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Amigo oculto #1

Outro dia falei pro namorado que não estava muito embuída do espírito natalino esse ano. 
Mas não adianta, né? A gente não consegue fugir dos amigos ocultos da empresa, da loucura dos shoppings e até, por que não?, da beleza da cidade toda iluminada. Confesso que sou meio aleluia (aquele bicho que é atraído pela luz) e adoro uma iluminação bem feita. (Até estou pensando seriamente em trocar todas as lâmpadas da minha casa por lâmpadas de led. São bem mais bonitas, duram mais, iluminam mais e consomem menos.)
Bem, mas o que quero dizer é que na próxima sexta é o primeiro amigo oculto de Natal. Só de mulheres aqui da empresa. 
Foi um mega desafio escolher este primeiro presente porque 1) eu não conheço a minha amiga e 2) o presente tinha que ser de, no máximo, R$15,00.
Aproveitando uma ida-resolvedora de pepinos-ao-shopping, eis que calhei-me em frente à Imaginarium. Loja muito bacana para dar presente impessoais, divertidos e não muito caros.
Confesso que não encontrei nada legal por R$15,00, mas por R$20,00 tem muita coisa! E como o escorpião não habita este bolso e é sempre bom causar boas impressões, o que são R$5,00 a mais por um sorriso - ainda que desconhecido -  não é?
Optei por este conjunto de copos bem legal! 

No site da loja eles ficam ainda mais baratos: R$7,90! Dava até pra comprar dois conjuntos, mas o tempo de entrega não me permitiu.
Enfim, fica a dica pra quem quer presentear muita gente nesta data querida mas anda com a grana curta...
Atualizando: taí meu presente esperando para ser entregue...